De volta à escrita e aos pensamentos da (suposta) realidade

Não aprecio a maneira integra do invólucro emocional. Talvez o excesso de racionalidade provoque (ou quiçá expele...) a liberdade aprisionada nos meus processos sociais. 
O nada faz sentido apenas nos cruzamentos diários de almas penosas, que se lamuriam e riem esperando por mais um dia. Passado.
Talvez a força do destino que não existe Se enerve com as falas carregadas de maldade natural. Não cria nela. Ela crê em meus rodeios e se faz notar, chatear, enterrar no espírito até que perfure o sorriso de saber (con)viver. 
Empurra o sinal de fraqueza desobediente que se confunde com o espírito alegre. A lágrima desorienta-se por falta de hábito.
Mas não. A luta é parte da vivencia chuvosa e violenta, onde cada trovão me faz estremecer e pensar que está na hora de parar. Mas não está. Não me verão estática.
Que venham as criticas ou comentários que tentam arranhar a alma. Que venham as pedras. Que venham, venham. Eu não venho, eu vou. O resto? Esse fica. Verei ao longe e acenarei sorrindo.

2 comentários:

Tiago Silva disse...

Sei que o meu comentário não vai estar á altura do teu texto , mas é de facto notável a qualidade desta obra-prima , que demonstra o imenso jeito que tu tens para a escrita.
Beijinho Tiago

Anónimo disse...

Parece que os textos também engordaram.

Joaquim Ribeiro