Não aprecio a maneira integra do invólucro emocional. Talvez o excesso de racionalidade provoque (ou quiçá expele...) a liberdade aprisionada nos meus processos sociais. O nada faz sentido apenas nos cruzamentos diários de almas penosas, que se lamuriam e riem esperando por mais um dia. Passado. Talvez a força do destino que não existe Se enerve com as falas carregadas de maldade natural. Não cria nela. Ela crê em meus rodeios e se faz notar, chatear, enterrar no espírito até que perfure o sorriso de saber (con)viver. Empurra o sinal de fraqueza desobediente que se confunde com o espírito alegre. A lágrima desorienta-se por falta de hábito. Mas não. A luta é parte da vivencia chuvosa e violenta, onde cada trovão me faz estremecer e pensar que está na hora de parar. Mas não está. Não me verão estática. Que venham as criticas ou comentários que tentam arranhar a alma. Que venham as pedras. Que venham, venham. Eu não venho, eu vou. O resto? Esse fica. Verei ao longe e acenarei sorrindo.
De volta à escrita e aos pensamentos da (suposta) realidade
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