O esconderijo e refúgio revivem o
dia que se experimenta vida. O sorriso de outrora contrasta o plangor que
resgata o âmago perdido. A emboscada leva à loucura e recai em cada olhar para
o fóssil.
A felicidade morre solteira. Não a
culpa, a culpa permanece em quem errou. Parte do agir inútil e que derruba a
harmonia de uma corrida sem meta.
Sem resposta se queda, se rompe,
se estilha cada pedaço do ínfimo dos espíritos que se unem. Pois uma razão não basta,
um motivo oculto. Dito apenas. A fala em si não acarreta a vida, é acompanhada
de passos tao rápidos que a própria corrida fica em segundo lugar.
E se o tempo não pára, se a existência
depende do sentirmo-nos amados, visualiza-se o futuro da solidão ou da não-vida.
Sente-se o prelúdio do delírio exaspero.
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