Talvez sirva o exponente da maldade. Ou talvez estrague. Se a resolução fosse isto farias. Nunca há certezas, a existência não nos dá garantia. Tenta. E depois morre. Não há mais que uma vida terrena. Portanto não tentes. Isola-te deixando que te exijam compreensão. E se experimentasses? Poderia resultar. Ou negar. Ou terminar as hipóteses que tinhas para ser feliz.
O extremo de ti será o extremo de nós. Do zero, do nada. Concordas? Morro. Não há segundas oportunidades.
Mas há dúvida, incerteza. O fim será inicio? Destruição. Um dia sais e não voltas. Porque o destino não correu para te agarrar. Algum momento voas e cais, as esperanças não te foram suficientes, os sonhos foram parvoíce da mente depravada. Ou talvez não.
Mente fria, pensa em ti na terceira pessoa, como eu, aqui.
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