Tudo resto é nulidade
Do espírito cruel que finda
A vida em dor e mágoa
Ou felicidade irradiada em si
O que sobra é paz
Que se esgueira por entre os dedos
E corre, foge, abala
Assustando as hipóteses de vida
O que basta é mutação
Ou escassamente uma prova
Um olhar de novo do passado
Espelhando o futuro
E me calo, refúgio no silêncio
Mas nada existe, não me lutam
Só, me fecho. Sola não existo.
Apenas o sopro me acordará
1 comentário:
Olá, o meu nome é Patrick e estou morto há 16 dias. Se você não reenviar esta mensagem em 3 horas a todos os seus amigos, Judas fará consigo o que fez com Jesus.
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