Assim.

Acreditava na fé, na vida. No vento. Firmava os passos, o caminho. Na estrada.
E sem querer, talvez, ou até, quem sabe, morria.
E pensava existir, viver, não assim, não presa, oculta, sorrindo fechada em mim, controlo exterior.
Assim, desencontros com a pessoa que mais temo e anseio, sim, comigo, aquela, quem foge e volta, quem grita e sobrevive, mas sem querer, morre.
Porque a questão sobrepõe o próprio questionário interno, a resposta permanece limitada nos escombros de quem assiste e aplaude.
É assim.
Assim apenas.
Assim.

1 comentário:

André Cruz disse...

Olá Miriam,
adorei o teu texto!! Penso que tens imenso jeito para escrever algo que possa ser interpretado por alguém.
Achas que posso dar-te uma palavrinha sobre ele na segunda-feira?
Se quiseres combinar melhor diz qualquer coisa. :)

Beijinhos