Sentada olhava,
Sentia.
O vento acompanhava-la,
Corria.
Nada mais sublime penetrava
Em tão refundido coração forte,
Repetido, rasgado sem emoção
Espelhada da própria morte.
Só o vento a percebia,
Acalmava.
Só ela o conhecia,
E calava.
Íngreme era a dor que aplaudia
E pensativo era o meticuloso adjectivo
Que mudava só para ela rir
De sarcasmo que tanto pedia.
Bloqueada e habituada,
Suspirava.
E o vento como ela,
Amava.
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